É já conhecida a longa tradição de tenistas de alta competição oriundas das academias militares da ex-URSS, quase sempre loiras, estas verdadeiras máquinas desportivas vão coleccionando sucessos atrás de sucessos… Descendente de uma longa linhagem de guerreiros russos a, nascida soviética e naturalizada portuguesa, atleta Iniésh Pyttykunha (agora Inês Pitta Cunha) deu esta Quinta Feira dia 7 pelas 19, no Centro de Ténis de Monsanto, uma demonstração dos frutos dos longos anos de treino intensivo, por vezes sob temperaturas alucinantemente baixas nas planícies da Gronelândia, e mesmo dos anos que passou em cativeiro, ainda antes da Perestroika, em que foi obrigada a comer raízes e roedores para sobreviver. Vimos uma atleta com uma disciplina e concentração tipicamente soviéticas de quem luta por ideais muito próprios. Destacamos o seu serviço forte e cínico ao qual o adversário raramente consegue responder em condições competitivas, o seu tremendo jogo de rede onde pontifica o seu smash quase sempre a “beijar” a linha lateral e assim de resposta impossível para os seus adversários, e ainda a sua esquerda de pancada seca do fundo do court com que normalmente finaliza os seus pontos… Diz quem viu que elementos das equipas SEM NOME e TOMA LÁ MORANGOS impressionados com a violência das pancadas abandonaram o recinto com a sua confiança claramente abalada e com a intenção de se dedicarem às sardinhas e ao vinho em pipa… Para dia 16 prevê-se uma prova tranquila para os Tenêbados…
segunda-feira, 11 de junho de 2007
Reportagem da Pré Época dos Tenêbados
É já conhecida a longa tradição de tenistas de alta competição oriundas das academias militares da ex-URSS, quase sempre loiras, estas verdadeiras máquinas desportivas vão coleccionando sucessos atrás de sucessos… Descendente de uma longa linhagem de guerreiros russos a, nascida soviética e naturalizada portuguesa, atleta Iniésh Pyttykunha (agora Inês Pitta Cunha) deu esta Quinta Feira dia 7 pelas 19, no Centro de Ténis de Monsanto, uma demonstração dos frutos dos longos anos de treino intensivo, por vezes sob temperaturas alucinantemente baixas nas planícies da Gronelândia, e mesmo dos anos que passou em cativeiro, ainda antes da Perestroika, em que foi obrigada a comer raízes e roedores para sobreviver. Vimos uma atleta com uma disciplina e concentração tipicamente soviéticas de quem luta por ideais muito próprios. Destacamos o seu serviço forte e cínico ao qual o adversário raramente consegue responder em condições competitivas, o seu tremendo jogo de rede onde pontifica o seu smash quase sempre a “beijar” a linha lateral e assim de resposta impossível para os seus adversários, e ainda a sua esquerda de pancada seca do fundo do court com que normalmente finaliza os seus pontos… Diz quem viu que elementos das equipas SEM NOME e TOMA LÁ MORANGOS impressionados com a violência das pancadas abandonaram o recinto com a sua confiança claramente abalada e com a intenção de se dedicarem às sardinhas e ao vinho em pipa… Para dia 16 prevê-se uma prova tranquila para os Tenêbados…
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1 comentário:
Muito bom... já tinha ouvido falar de uma tal de Pyttykunha, nunca pensei vir a ter a oportunidade de a ver jogar... este torneio é, sem dúvida, um poço de grandes surpresas!
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